quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Hora de reagir



O Bahia de 2014 deve mostrar que é um Bahia novo o mais prontamente possível, pois o que está sendo visto, nas cinco primeiras rodadas do NORDESTÃO 2014, ainda não motiva a mais apaixonada torcida do futebol brasileiro.
Em cinco rodadas, ganhamos dois jogos, perdemos duas partidas e empatamos em uma oportunidade. Tomamos oito gols e marcamos seis. Um simples detalhe: perdemos os dois jogos fora de casa (em Alagoas e em Sergipe).
Cheio de promessas, o treinador Marquinhos Santos é simpático e bem falante. Contudo, ainda possui pouca quilometragem para dirigir um time com a tradição do `´ tricolor de aço. ``
O time de 2014 comete os erros dos últimos anos. A zaga continua falhando e permitindo que os adversários marquem gols com facilidade. O meio de campo ainda conta com dois jogadores que não atacam e não defendem com competência: Hélder e Fahel.
Em alguns momentos, o tricolor baiano chega a usar três jogadores com finalidades defensivas: Pitoni, Fahel e Helder. Moral da história: não atacam e não defendem com a qualidade necessária.
Contudo, existem aspectos positivos que podem ser citados: Madson está se firmando como titular, Pitoni tem sido de grande utilidade, Rafinha tem sido produtivo, Rayner está se firmando como titular e Maxi Biancuchi tem tudo para deslanchar na maior glória do futebol baiano.
Marquinhos Santos deveria colocar Anderson Conceição como titular,  ao lado do Titi, permitindo uma renovação na zaga tricolor que tem falhado muito. Guilherme Santos deve ser o titular da lateral esquerda sem maiores comentários.
Com entrosamento e ousadia, penso ser este o time ideal para os próximos meses: Marcelo Lomba; Madson, Anderson Conceição, Titi e Guilherme Santos; Emanuel Biancuchi, Pitoni, Branquinho e Maxi Biancuchi; Rayner e Sebá.
Se não der para ganhar o título do `` Nordestão 2014 `` que o time brilhe e conquiste, pelo menos, o titulo do ´´ Baianão 2014. `` Afinal de contas, a maior torcida do Nordeste está cansada de viver de glórias pretéritas. No mais, tenho dito !

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