Que
os treinadores de futebol, no Brasil, gostam de palavrões é ponto
pacífico. Se dão maus exemplos, são imitados pelos jogadores (em sua
grande maioria). No último domingo, além de demonstrar muito nervosismo,
o treinador Mano perdeu o controle emocional e acabou sendo expulso, merecidamente, durante o jogo São Paulo 3 x 2 Corínthians.
Mano
tem sido muito pródigo em agressões verbais e palavras de baixo calão
captadas pelos microfones da Rede Bandeirantes de Televisão. Além da
chatice do `` comentarista `` Neto, somos obrigados a suportar as ``
belas palavras `` pronunciadas pelo técnico corinthiano.
Sou, terminantemente, contra o uso de palavrões em quaisquer circunstâncias. O direito de reclamar é sagrado, Mano Menezes. Contudo, a educação doméstica deve ficar em primeiro lugar. E educação do lar tem mandado lembranças, Mano Menezes.
Sendo um mau exemplo para os jogadores do `` Timão, `` o gaúcho anda merecendo uns puxões de orelha da diretoria do time do Parque São Jorge. Caso contrário, continuará sendo expulso, em diversos jogos, e ofendendo a muitos com palavrões dignos de zonas portuárias de prostituição. No mais, tenho dito!
Sou, terminantemente, contra o uso de palavrões em quaisquer circunstâncias. O direito de reclamar é sagrado, Mano Menezes. Contudo, a educação doméstica deve ficar em primeiro lugar. E educação do lar tem mandado lembranças, Mano Menezes.
Sendo um mau exemplo para os jogadores do `` Timão, `` o gaúcho anda merecendo uns puxões de orelha da diretoria do time do Parque São Jorge. Caso contrário, continuará sendo expulso, em diversos jogos, e ofendendo a muitos com palavrões dignos de zonas portuárias de prostituição. No mais, tenho dito!
Autor: RUY MATOS: cronista esportivo e editor do A FOLHA DE NORDESTINA
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