segunda-feira, 30 de junho de 2014

De `´ mão de quiabo `` a herói nacional




 
Em 2010, após falhar num dos gols da seleção holandesa (perdemos por 2 x 1), o goleiro Júlio César foi massacrado por uma significativa parte da torcida brasileira. Além disso, foi bastante criticado por diversos segmentos da crônica esportiva brasileira.

Após espera de quatro anos, contando com a confiança do treinador `` Felipão, `` Júlio César, na tarde do último sábado, dia 28, deu a volta por cima e voltou a ser um dos destaques da nossa seleção.

Contudo, verdade seja dita, os dois tiros livres diretos defendidos foram oriundos de cobranças sem qualidade técnica. Sou adepto da seguinte teoria: penalidade bem cobrada é indefensável (ou quase indefensável).

Nada como um dia após o outro. De vilão a herói em, ``apenas, ``  quatro anos. Esta é a realidade de uma modalidade esportiva marcada por críticas, elogios e toda a sorte de circunstâncias. 

A determinação do goleiro brasileiro é elogiável. Superou a má fase e continua sendo um dos melhores goleiros do futebol mundial. Valeu a pena esperar, Júlio César. No mais, tenho dito!

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