Inúmeros escritores, de talento e erudição
bíblicos, tiveram a oportunidade de falar sobre inverdades acerca do Natal, a
maior festa da Cristandade em todo o mundo.
Infelizmente, uma das maiores aberrações
teológicas da história da humanidade é a afirmativa de que o Nosso Senhor e
Salvador Jesus Cristo nasceu no dia 25 de dezembro.
O texto de Mateus 2, versículo 1 nos diz: “ Tendo
Jesus nascido em Belém de Judá, no tempo do Rei Herodes, vieram uns magos do
Oriente à Jerusalém.”
Para um simples leitor da Bíblia, no presente
texto, encontramos dois dados significativamente interessantes. O primeiro, de
ordem geográfica, nos diz que Jesus Cristo nasceu em Belém da Judéia.
O segundo dado, de caráter histórico, nos informa
que o Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo veio ao mundo no reinado do
famigerado e astuto Herodes.
Como estudioso das “Sagradas Escrituras”, posso
afirmar, sem medo de cometer erros e tendo em vista a minha formação acadêmica
em alguma áreas, que Jesus Cristo nasceu entre o final de setembro e os dez
primeiros dias de outubro do ano 7 ou 6 a.C.
Estes são os parâmetros mais confiáveis para os mais respeitados estudiosos e preclaros leitores da “Palavra de Deus.” Em algum momento da história da humanidade, a Igreja Católica Apostólica Romana adotou o dia 25 de dezembro como a data oficial do “nascimento” de Jesus Cristo.
Tal tradição, pretensamente cristã, fere a muitos
homens e mulheres de Deus, sérios e competentes, que preferem seguir a Jesus
não tendo compromissos com tradições desprezíveis e inverídicas.
Lamentavelmente, o Natal dos tempos hodiernos
transformou-se numa festa de mero cunho social, onde as pessoas estão mais
preocupadas em dar e receber presentes, comendo e bebendo produtos de boa
qualidade.
O comércio, desprovido de quaisquer sentimentos
cristãos, formula apelos de caráter consumista. O Natal, é algo inquestionável,
deixou de ser a festa do nascimento de Jesus Cristo, passando a adotar outros
símbolos não compatíveis com a verdadeira fé cristã: Papai Noel, árvores
enfeitadas, presépios, casas muito bem decoradas, etc.
Não estamos condenando, em hipótese alguma, as
pessoas que optaram por um Natal fora dos padrões bíblicos. Muito pelo
contrário, queremos que elas venham a compreender o verdadeiro sentido do
Natal. O meu papel, neste artigo, é de ensinador, jamais de criticador.
A palavra natal significa nascimento. Se, em
algum momento das nossas vidas, Jesus Cristo entrou em nossos corações e passou
a ser o Nosso Senhor e Salvador, naquele instante, comemoramos o verdadeiro
sentido do Natal.
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