Sou de um tempo, não muito distante, marcado por
um compromisso maior com o Evangelho de Jesus Cristo. Para que o saudosismo não
venha a ser considerado tão longo, sou um nascido de novo que teve a sua vida
transformada pelo Evangelho em 1984.
Desde as minhas primeiras aulas como catecúmeno,
aprendi que seguir a Jesus Cristo é muito mais do que ser um simples
freqüentador de uma igreja evangelica. Ter uma vida íntima com Jesus é ser,
realmente, um seguidor da Verdade (que é o nosso próprio Jesus Cristo).
Tive o apanágio de morar, durante 10 anos, na “
Terra das Flores” , melhor dizendo, a Flórida, fundada, no começo do Século
XVI, por Don Juan Ponce de León. Na Flórida, com honrosas exceções, pude
entender que é pregado um Evangelho superficial, de acordo com as necessidades
mais materiais do que espirituais dos membros das “igrejas” (muitas com as
infelizes aspas).
Aprendi, na minha infância espiritual, a conviver
com pregações sobre Inferno, arrependimento, o caráter de Cristo, boas obras e
renúncia ao nosso próprio eu. Também aprendi que o cristão está sujeito às
muitas aflições geradas pelos pecados de todo o gênero humano.
Contudo, volto a dizer, com raríssimas exceções,
encontrava mensagens, sobre temas mais sérios da vida cristã, somente em
igrejas pequenas e dirigidas por homens verdadeiramente comprometidos com Deus
e não com os dólares.
Quando pregava, em igrejas da Flórida, sobre
pecado ou arrependimento, podia perceber, claramente, somente com o
discernimento intelectual, que as minhas ministrações somente agradavam aos que
passaram, verdadeiramente, por um novo nascimento.
Contudo, vale ser ressaltado, que, em terras
floridianas, encontrei homens de Deus verdadeiros que merecem ser citados neste
artigo: Alcir Florentino dos Santos, Amadeu Leão de Matos, Newton Carpintero,
José Norberto Lima, Roberto Parreira, Jairo Cristiano dos Santos, Gilberto
Sena, Edson José dos Santos. Ronaldo Fadini e Luiz Camacho. Estes homens, sem
sombra de dúvidas, merecem toda a minha consideração. Se outros nomes não foram
citados, certamente não tinham muito vínculo de amizade para com este
articulista.
Como estava pregando num tremendo deserto
espiritual, Deus, na sua onisciência, trouxe-me para ser um VERDADEIRO PROFETA
em terras pacatas e humildes de uma cidade bem pequena do interior da Bahia:
Nordestina.
Aqui, sem o brilho das mídias, sem os dólares dos
EUA, estou aprendendo a ser um simples pastor de ovelhas, sem grandes ambições,
colocando a Jesus, sempre, em primeiro lugar.
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